II – Pesquisas teórico-práticas

a) Impactos da extensão dialógico-emancipadora nas comunidades com as quais elas são desenvolvidas e/ou nas/os estudantes que participam dela.

b) Pesquisa sobre hardware e infraestrutura que favoreçam a soberania digital na cooperativa Señoritas Courier, com o objetivo de fortalecer a autonomia tecnológica das trabalhadoras.

c) Adequação sociotécnica de tecnologias de ciência de dados, inteligência artificial e processamento de sinais e imagem, com foco no desenvolvimento conjunto com movimentos sociais.

III – Estudos teóricos/críticos

a) Sobre engenharia popular, engenharias engajadas, extensão engajada/popular, formação crítica em engenharia, engenharias/tecnologias indígenas, engenharias/tecnologias quilombolas etc.

b) Interseção entre computação (IA, processamento de linguagem natural e modelos de linguagem) e ciências humanas.

c) Levantamento e análise crítica de diretrizes do uso de inteligências artificiais. A ideia busca entender como o Brasil tem se posicionado em relação ao uso de ferramentas de IA, em sua maioria produzidas pelo Norte global e consumidas pelo Sul, em âmbitos dentro e fora da academia.

d) Estudo de revisão de trabalhos que sintetizam diferentes formas contra hegemônicas de concepção e uso de algoritmos de IAs. IAs que apoiam movimentos sociais e grupos minoritários, IAs que ajudam a denunciar e trazer transparência em prol social e da natureza. IAs explicáveis.

e) Estudo de técnicas e arquiteturas que permitem maior privacidade em algoritmos de inteligência artificial, como privacidade diferencial e aprendizado federado. Muito ligado a esforços para combater vazamento de dados pessoais pelas Big Techs.